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Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore

Quem nunca mergulhou em um bom livro, não sabe o que está perdendo. Uma boa literatura é a chave para prender a atenção,  fazer refletir e  fazer com que as pessoas sejam mais humanas, seja para rir ou para chorar. Um bom livro pode te fazer mergulhar, vivenciar e transformar conceitos, ideais e pessoas em última instância. É preciso pactuar, é bom entrar pra valer nas histórias. Livros podem ser mágicos e portais para outras dimensões.

Os fantásticos livros voadores do senhor Morris Lessmore é um curta-metragem que aborda esse aspecto “mágico” dos livros, e foi vencedor do Oscar de melhor curta-metragem de animação deste ano.

Mergulhe nessa animação profundamente sensível da vida que os livros ganham e carregam. Vida e leitura transitam juntos atravessando a existência daqueles que lidam com eles e os deixam pousar em si mesmos e que se encantam em lhes dar vida, seja pela leitura ou pela escrita.

The Lost Thing – A Coisa Perdida

The Lost Thing é um livro escrito porShaun Tan, um popular ilustrador australiano infanto-juvenil. A animação, lançada em 2010, conta com a direção de Andrew Ruhemann e narrração de Tim Minchin. A história mostra os acontecimentos após um jovem garoto (de nome desconhecido) encontrar uma enorme criatura vermelha na praia, enquanto buscava tampinhas de garrafas. O objetivo da história é mostrar como as pessoas perdem a criatividade e a imaginação com a proximidade da fase adulta. The Lost Thing recebeu o Oscar de melhor curta de animação em 2010.

O Papel das Histórias, History Paper´s – Sergio Esteves

O papel das Histórias traz fábulas de LaFontaine criadas em papel cartonado, criação Sergio Esteves.

Assista ao vídeo e surpreenda-se.

Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore

Quem nunca mergulhou em um bom livro, não sabe o que está perdendo. Uma boa literatura é a chave para prender a atenção,  fazer refletir e  fazer com que as pessoas sejam mais humanas, seja para rir ou para chorar. Um bom livro pode te fazer mergulhar, vivenciar e transformar conceitos, ideais e pessoas em última instância. É preciso pactuar, é bom entrar pra valer nas histórias. Livros podem ser mágicos e portais para outras dimensões.

Os fantásticos livros voadores do senhor Morris Lessmore é um curta-metragem que aborda esse aspecto “mágico” dos livros, e foi vencedor do Oscar de melhor curta-metragem de animação deste ano.

Mergulhe nessa animação profundamente sensível da vida que os livros ganham e carregam. Vida e leitura transitam juntos atravessando a existência daqueles que lidam com eles e os deixam pousar em si mesmos e que se encantam em lhes dar vida, seja pela leitura ou pela escrita.

O mundo do menino impossível – Jorge de Lima

O Livro que só queria ser lido…

O Livro que só queria ser lido… Uma adaptação do conto homônimo de José Jorge Letria, p’los Valdevinos – Teatro de Marionetas.

 

“Nunca se deve consentir em rastejar quando se sente um impulso para voar.” (Helen Keller)

Quem nunca se sentiu incapaz de aprender algo ou derrotado por não conseguir fazer alguém aprender. Certamente a história abaixo fará você pensar o quanto somos capazes, pois Helen nasceu sem asas e voou. Imaginemos, então, nós que temos asas o quanto conseguiremos voar…

Helen Keller (1880-1968), uma mulher extraordinária, cega, surda e muda desde bebê, nos chama a atenção para a apreciação de nossos sentidos, algo que normalmente não percebemos.

Você já parou para pensar em: o que você olharia se tivesse apenas três dias de visão?

Pois reflita a respeito e descubra…

“Nunca se deve consentir em rastejar quando se sente um impulso para voar.” (Helen Keller).

Fábula- O Leão e o Rato

Mesmo de alguém tão pequeno pode-se receber grande ajuda…

A menina que odiava livros

A animação conta a história de Nina, uma menina que não gostava de ler, mas que, ao se deparar com o rico universo da leitura, descobre uma nova realidade.

O Canteiro dos Livros

Imagine um canteiro no qual, para além das flores, nascem livros… Imagine uma criança que estabelece com esses livros uma relação de cumplicidade e de mistério que se transforma num segredo bem guardado. Uma adaptação do conto de José Jorge Letria.

A maior flor do mundo- José Saramago

A maior flor do mundo é uma magnífica história para crianças, mas, antes de tudo, é um legítimo Saramago. Transformando-se em personagem, o autor nos conta que uma vez teve uma idéia para um livro infantil, inventou uma história sobre um menino que faz nascer a maior flor do mundo. Não se julgava capaz de escrever para crianças, mas chegou a imaginar que, se tivesse as qualidades necessárias para colocar a idéia no papel, ela resultaria verdadeiramente extraordinária: “seria a mais linda de todas as que se escreveram desde o tempo dos contos de fadas e princesas encantadas…”.

É dessa fantasia de grandiosidade que nasce o livro. Os leitores são chamados para uma divertida brincadeira, pois Saramago narra-lhes a história do menino e da flor não como se ela fosse a história de verdade, mas como se fosse apenas o esboço do que ele teria contado se tivesse o poder de fazer o impossível: escrever a melhor história de todos os tempos.

Entrando no jogo com o autor, os pequenos leitores vão saber que ninguém nunca teve nem terá esse poder. Vão saber também que a literatura é o lugar do impossível: o menino desta história faz uma simples flor dar sombra como se fosse um carvalho. Depois, quando ele “passava pelas ruas, as pessoas diziam que ele saíra da aldeia para ir fazer uma coisa que era muito maior do que o seu tamanho e do que todos os tamanhos”. Como nos velhos livros de literatura infantil, Saramago conclui: “E é essa a moral da história”.

A Pequena Vendedora de Fósforos (Hans Christian Andersen)

Esse conto fará você refletir questões importantes como: o abandono, a miséria, a fome, a indiferença, a inveja e a exclusão.

É importante que as pessoas reflitam sobre estas questões, principalmente no que se pode fazer para ajudar a tornar a vida do próximo e por consequência, a sua própria vida melhor.

Que as pequenas e os pequenos vendedores de fósforos tenham histórias lindas, cheias de amor, compaixão, ajuda, carinho e felicidade.

Loretto e o início de sua paixão pelas letras

Loretto neste vídeo nos mostra o início de algo que parece ser um verdadeiro amor pela Literatura, suas palavras são muito sábias para um menininho, vejam que bonitinho:

O Pequeno Príncipe

“Tu és eternamente responsável por tudo aquilo que cativas”

Não é por acaso que se aprende cada vez ao ler as páginas de  O Pequeno Príncipe, pois essa esplendorosa obra fala nada mais nada menos  sobre a construção de relações que não são aquelas que comumente vivenciamos no mundo de hoje. É incrível o quanto a gente é capaz de se distrair com detalhes e deixar que o mais importante se perda.

“Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”

É uma máxima simples. Somos responsáveis por aqueles com quem criamos laços. Mas por quê?

Não deixe de viajar com o nosso pequeno príncipe e descobrir o valor da verdadeira amizade.

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